terça-feira, 16 de novembro de 2010
segunda-feira, 10 de maio de 2010
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
D. Dalva Damiana
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
"Semana passada, indo à Galeria do Livro procurar presentes de Natal para os netos, tive a gratíssima surpresa de encontrar um belo livro, com cores e desenhos atraentes, texto em rimas, enfim, tudo que pode atrair a criança para o hábito da leitura e, maravilha das maravilhas, um tema baiano!
Longa vida à editora e ao autor!"
Sandra Linhares - Salvador Bahia
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
sábado, 14 de novembro de 2009
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Mensagem de uma destemida navegante!
"Cheguei em Goiania e quem tinha chegado na minha frente?
O VAPORZINHO!!!
Ele veio pelas cachoeiras do céu, sabido, muito viajado e veio todo elegante, com roupa de domingo e um selo muito especial, desenhado no envelope pelo Eneas. Ele veio trazendo bonitezas e alegrias, trouxe sardinhas para o almoço e, puxa, que pena! não tinha empadão goiano, não... tinha mais era umbu e um par de sapatos muito bacana,bicicleta, namorado e gente passeando de roupa branca numa festa de antigamente e ainda tinha uma cidade dupla, sabe? a de fora e a de dentro do rio, onde eu vou morar e plantar mandioca no dia que virar alma..."
Ciça Fittipaldi
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
"o vaporzinho chegou no porto bonito
e viajar no seu vaporzinho
foi uma ventura maravilhosa...
...a tempos não via um livro pra crianças
da gente e na gente tão incrível...
...o livro faz a gente voltar a pureza original
que não podemos perder por nada
deste mundo
senão nos perdemos..."
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Livro infantil - Bahia
Em linguagem lúdica, o designer Enéas Guerra dá vida a naviozinho que atravessa rios, carregando produtos e pessoas entre duas cidades.
O livro "Vaporzinho", com 36 páginas, publicado pela Solisluna Editora, foi lançado no dia 17 de outubro, na Galeria do Livro e Arte no Rio Vermelho em Salvador.
Co-autor de dois livros infanto-juvenis com Pierre Verger (Oxóssi, o Caçador e Lendas dos Orixás), Guerra escreve e desenha pela primeira vez exclusivamente ao público infantil.
O livro é fartamente ilustrado pelo artista, com técnica que mescla aquarela, crayon e pintura digital. O texto vem em rimas, que lembram o ritmo das trovas ou quadrinhas.
O personagem principal é um navio movido a vapor. "Ser como o Vaporzinho é ser intensamente criança, viajando em sonhos e brincando o tempo todo", convida a obra.
Como ainda acontece em rios de várias regiões do Brasil, o barquinho transporta produtos regionais, como frutas e artesanatos, do interior para a capital.
O enredo é inspirado na história do navio a vapor que ligou a capital baiana ao município de Cachoeira, no Recôncavo, nos séculos 19 e 20.
“Mas é uma história universal, que pode estar acontecendo no Oriente, na África, no Rio São Francisco e na Amazônia", pontua o autor. "Uma embarcação é um meio de transporte que, mesmo movida por um moderno motor, proporciona uma harmonia com o meio ambiente".
A trama mostra elementos do cotidiano das cidades conectadas pelo navio: o vendedor de sorvete, a doceira trabalhadeira, a professora dedicada. Também apresenta produtos regionais do Recôncavo Baiano, como umbu, seriguela, abacaxi, abóbora, maxixe...
Recurso didático
Além de lúdico e universal, o livrinho traz recursos didáticos que podem complementar o interesse das crianças pelo tema.
No verso da contracapa, há um mapa do trajeto do Vapor de Cachoeira e dados sobre a história da embarcação. O objetivo é reforçar o interesse pelo transporte fluvial e marítimo.
"Vaporzinho" também homenageia três personagens da vida real de Cachoeira: dona Dalva Damiana, integrante da Irmandade da Boa Morte e criadora do grupo de samba-de-roda mais famoso da Bahia; o maestro, compositor e clarinetista Tranquilino Bastos (1850-1935), fundador da Sociedade Orpheica Lyra Ceciliana; e Seu Agostinho, um morador da cidade.
Nas décadas de 70 e 80, Guerra teve oportunidade de conviver com a comunidade cachoeirana - já, na época, saudosa do antigo barco a vapor.
Katherine Funke




























